BySamuel Oliveira

Dia Internacional contra à corrupção é comemorado em Brasília.

Comemorou-se no dia 9 de dezembro, Dia Internacional de contra à Corrupção, lembrado em mais de cem países integrantes da  Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção.
 
Em Brasília, o ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, iniciou a solenidade, após um vídeo institucional que apresentou um balanço do trabalho desenvolvido pela Controladoria em 12 anos, desde sua criação.

Esse evento teve a parceria do  Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e presença do representante da entidade no Brasil, Rafael Franzini, do Embaixador do Reino Unido no Brasil, Alexander Ellis, e ainda dos ministros da Educação, Henrique Paim; Trabalho e Emprego, Manoel Dias, e Transportes, Paulo Sérgio Passos, além de representantes do Ministério Público e da própria CGU.

Houve também participação de outras instituições que se tornaram parceiras no combate à corrupção, tais como o Ministério Público da União, a Polícia Federal, o Tribunal de Contas da União e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Segundo Hage, “Tais parcerias tornaram-se absolutamente indispensáveis uma vez que nenhum desses entes possui todas as atribuições, todo o instrumental e toda a expertise envolvidos no enfrentamento da corrupção”, disse. “No conjunto, elas se completam”, acrescentou o ministro, que também lembrou os mais de dois mil municípios visitados e R$ 20 bilhões em repasses de verbas federais fiscalizados somente pela equipe de Controle Interno.

Transparência

O Portal da Transparência da CGU, destacou o Ministro Hage, foi criado em 2005 e tornou-se um marco na área do controle social. Teve 14 milhões de acessos em 2014. Além de ser considerado um dos maiores sites do mundo a exibir informações diárias sobre todas as despesas do governo, inclui atualmente os dados sobre as remunerações de cerca de 1 milhão de servidores públicos federais.

Acrescentou ainda que foram excluídos mais de 5 mil funcionários dos quadros da administração federal devido a irregularidades e incluídas  4,3 mil pessoas jurídicas no Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (CEIS).

Samuel Oliveira administrator