Bywalkson.carvalho

CFC E CGU realizam Seminário de Participação e Controle Social com apoio do CRCMG

No dia 16 de outubro de 2018, a coordenadora Patrícia Silva Cortez participou do Seminário Regional de Participação e Controle Social, que aconteceu na Controladoria Geral da União (CGU), em Belo Horizonte.

A abertura do seminário contou com a participação da presidente do CRCMG, Rosa Maria Abreu Barros; do subcontratador da Ouvidoria da Prefeitura de Belo Horizonte, Gustavo Costa Nassif; do conselheiro do CFC, Orias Batista Freitas, representante do presidente daquele conselho; do ouvidor-geral da União, Gilberto Waller Júnior; do superintendente da Controladoria Regional da União no Estado de Minas Gerais, Breno Barbosa Cerqueira Alves; da coordenadora da Secretaria da Ouvidoria do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG), Patrícia Cortez; e do subcontrolador de Governo Aberto na Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE-MG), Márcio Almeida do Amaral.

Durante sua palestra, Patrícia Cortez discorreu sobre a importância da implantação, nos órgãos públicos, dos mecanismos avançados que promovem a transparência pública e o controle social como uma forma de aperfeiçoamento da cidadania e meio de combate à corrupção.

Já o conselheiro Orias destacou que o tema do seminário é de interesse não só dos órgãos públicos, mas também de toda a sociedade, em que ressaltou que “O CFC tem experiência em projetos de transparência e boas práticas em gestão pública. Temos implantados o portal da transparência e a ouvidoria. Vimos a necessidade de fomentar a implantação da ouvidoria nos demais órgãos públicos do Brasil, como forma de defender a sociedade. Assim, colaboramos para que a contabilidade brasileira continue contribuindo para o desenvolvimento do país”.

O ouvidor-geral da União, Gilberto Waller Júnior apresentou o tema sobre “O papel das ouvidorias como instrumento de proteção do usuário de serviços públicos”. Durante a palestra, ele destacou alguns tópicos, como o que é ouvidoria, alguns modelos utilizados e qual o futuro desse serviço.

De acordo com Gilberto, a ouvidoria é um instrumento de participação social e cuja existência é necessária em todos os órgãos públicos. Falou sobre como o retorno das manifestações na ouvidoria é rápido e efetivo. “A sociedade de hoje é ansiosa e exige um retorno mais urgente de suas solicitações e manifestações. Para isso, é necessário que os órgãos adotem ferramentas de resposta mais instantâneas. As pessoas não querem contato pessoal. Não precisam de um setor para atendimento pessoal ou por telefone. Isso é somente um gasto a mais. O que as pessoas buscam são alternativas digitais e rápidas. É através da ouvidoria que o cidadão manifesta se está gostando ou não dos serviços prestados por aquele órgão. Por isso, temos que oferecer as ferramentas adequadas, que atendam à população, para que haja essa interação. O serviço público é do cidadão. Ele tem o direito de reclamar e sugerir. Nosso papel é fornecer e facilitar esse contato”, finalizou.

Já a segunda palestra, “Ouvidorias públicas para o fortalecimento da gestão”, foi realizada pelo ouvidor-geral da Petrobrás, Mário Vinícius Claussen Spinelli, e pelo ouvidor-geral do Estado de Minas Gerais, Antônio Fernando Máximo, que teve como mediador o superintendente da Controladoria Regional da União no Estado de Minas Gerais, Breno Barbosa Cerqueira Alves.

FONTE: CFC

walkson.carvalho editor