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Empresários mineiros participam do Pró-Ética 2017

O ministro da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU), Torquato Jardim, reuniu, no dia 21/3, em Belo Horizonte (MG), com empresários  dos setores agropecuário, industrial e comercial e entidades da economia local para divulgar o Pró-Ética 2017.

O encontro foi uma parceria do Ministério da Transparência com a Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), com o objetivo de incentivar a prevenção e o combate de práticas ilegais, fraudes  no ambiente interno das empresas ou nas relações comerciais, profissionais entre as organizações públicas e privadas. Torquato Jardim explicou ainda sobre o Programa e estimulou a adesão das empresas. “Mais que apropriado que voltar a quem tem raiz histórica nessa tarefa intensa, sem fim, que é controlar, conhecer e exigir do Estado transparência”, manifestou o ministro.

O Ministério já promoveu encontros regionais em Manaus (AM) e Belém (PA), Goiânia (GO), Campo Grande (MS e haverá eventos em Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Recife (PE) onde receberão a divulgação do Pró-ética.

Acesse o calendário completo

Pró-ética

O Pró-Ética foi criado, em 2010, em parceria com o Instituto Ethos.  Resulta de esforços entre os setores público e privado para promover no país um ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente. Em 2017, o prazo para as empresas participarem será até 28 de abril.

Conheça os critérios de avaliação, os benefícios e outros detalhes do Programa

São objetivos do Pró-Ética:

  • Reconhecer as boas práticas de promoção da integridade e de prevenção da corrupção em empresas que adotam voluntariamente medidas desejadas e necessárias para criação de um ambiente mais íntegro, ético e transparente no setor privado e em suas relações com o setor público;
  • Conscientizar empresas sobre seu relevante papel no enfrentamento da corrupção ao se posicionarem afirmativamente pela prevenção e pelo combate de práticas ilegais e antiéticas e em defesa de relações socialmente responsáveis;
  • Fomentar, no âmbito do setor privado, a implementação de medidas de promoção da ética e integridade e contra a corrupção; e
  • Reduzir os riscos de ocorrência de fraude e corrupção nas relações entre o setor público e o setor privado.



Fonte: Ministério da Transparência e Ouvidoria do TCEMG

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